Monday, August 24, 2009
Wednesday, August 5, 2009
A Nova Aurora: Madredeus & a Banda Cósmica lançam novo CD
Os Madredeus & a Banda Cósmica acabam de lançar um novo álbum, intitulado “A Nova Aurora”. O lançamento pegou de surpresa os fãs de todo o mundo, pois aparentemente nenhuma notícia desse segundo álbum havia surgido na mídia portuguesa. O álbum já está à venda em Portugal e em breve deve ser lançado em outros mercados.
Leia abaixo o texto de apresentação desse novo trabalho, assinado por Pedro Ayres Magalhães.

Novo álbum do Madredeus & A Banda Cósmica: A Nova Aurora
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Os Madredeus & A Banda Cósmica, apresentaram-se ao público português em Novembro de 2008, com o duplo cd “Metafonia” e uma série de concertos, no Teatro Ibérico, em Lisboa, que em Junho foram publicados em DVD.
A Banda Cósmica, constituída por músicos portugueses, brasileiros e angolanos, apresentou este seu projecto do futuro da música no Atlãntico Sul, incorporando no seu repertório em lingua portuguesa canções escritas para as antigas formações dos Madredeus por Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade e uma dúzia de novas canções, que pretenderam ligar a Europa, a África e o Brasil, num discurso contemporâneo, de ritmo, poesia e musicalidade.
Aproveitando o tempo livre da primavera de 2009, o grupo decidiu voltar a estúdio, para gravar um novo disco de originais.
Chama-se “ A Nova Aurora ”, e é dedicado a cantar a maravilha da evolução espiritual da Humanidade, à medida que vai descobrindo a dimensão do Universo físico em que se encontra o Sistema Solar.
Com os instrumentos que reunimos na Banda Cósmica, com o som que criámos, pensámos desenhar uma cantata popular sobre a vida do homem no planeta Terra, para lá da religião, da política das ideias e das nações e da dependência dos bens materiais.
guês em Novembro de 2008, com o duplo cd “ Metafonia” e uma série de concertos, no Teatro Ibérico, em Lisboa, que em Junho foram publicados em DVD.
A Banda Cósmica, constituída por músicos portugueses, brasileiros e angolanos, apresentou este seu projecto do futuro da música no Atlãntico Sul, incorporando no seu repertório em lingua portuguesa canções escritas para as antigas formações dos Madredeus por Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade e uma dúzia de novas canções, que pretenderam ligar a Europa, a África e o Brasil, num discurso contemporâneo, de ritmo, poesia e musicalidade.
Aproveitando o tempo livre da primavera de 2009, o grupo decidiu voltar a estúdio, para gravar um novo disco de originais.
Chama-se “ A Nova Aurora ”, e é dedicado a cantar a maravilha da evolução espiritual da Humanidade, à medida que vai descobrindo a dimensão do Universo físico em que se encontra o Sistema Solar.
Com os instrumentos que reunimos na Banda Cósmica, com o som que criámos, pensámos desenhar uma cantata popular sobre a vida do homem no planeta Terra, para lá da religião, da política das ideias e das nações e da dependência dos bens materiais.
O Homem na sua escala de ser vivo e consciente, recentíssimo episódio da história do planeta e da sua origem, uma questão cada vez mais documentada contemporâneamente. graças ao estudo apaixonado de gerações de cientistas curiosos por conhecerem as origens e os limites do nosso Universo.
Decidimos chamar a atenção para certos temas da consciência universal, de forma poética, com a Banda Cósmica.
As onze canções de “A Nova Aurora “, vivem separadamente, mas também poderiam consistir nas canções de um musical, duma peça teatral, ou dum filme, já que existe uma possível narrativa que as une.
Seria a história de seis biliões de pessoas, que se encontram a viver há muito pouco tempo num vasto e antigo universo, cuja natureza e dimensão só agora estão a descobrir.Como crianças, presumem a sua solidão e ambicionam viajar por esse universo, para o conhecer e tranquilizar a sua curiosidade vital, para encontrar alguém também consciente e acabar com a solidão da humanidade…, Mas essa viagem dura muito mais tempo do que o tempo de vida que cada um tem…
Só que como a viagem já começou… a história vai acabar bem.
Pedro Ayres Magalhães
Friday, May 29, 2009
Música: Madredeus editam DVD ao vivo a 04 de Junho

Lisboa, 29 Mai (Lusa) - Os Madredeus editam a 04 de Junho o DVD “Concerto Estúdio - Ao Vivo no Teatro Ibérico”, disse à agência Lusa fonte ligada à banda.
“Concerto Estúdio - Ao Vivo no Teatro Ibérico” consiste no registo de um dos concerto de apresentação de “Metafonia”, disco editado em 2008 sob o nome Madredeus e A Banda Cósmica, e que marcou o regresso da banda após a saída da vocalista Teresa Salgueiro.
O DVD integra o espectáculo decorrido a 15 de Novembro de 2008 no teatro lisboeta. A duração total do concerto, reproduzido na íntegra na edição, é de três horas.
“Concerto Estúdio - Ao Vivo no Teatro Ibérico” reúne predominantemente temas do mais recente disco do grupo, “Metafonia”, contando ainda, contudo, com clássicos como “O Mar” e “O Paraíso”, bem como dois novos temas não editados ainda em disco, “Flor do Alentejo” e “Só Amor Pode”.
À guitarra clássica de Pedro Ayres e aos sintetizadores de Carlos Maria Trindade acrescentam-se com Madredeus e A Banda Cósmica as vozes de Mariana Abrunheiro e Rita Damásio, e os instrumentistas Ana Isabel Dias (harpa), Jorge Varrecoso (violino), Ruca Rebordão e Babi Bergamini (percussão e bateria), Sérgio Zurawski (guitarra eléctrica) e Gustavo Roriz (baixo).
A essência do som dos “novos” Madredeus é produzida pela guitarra clássica, harpa, sintetizadores e vozes e o resultado de “Metafonia” é necessariamente diferente, mas a mudança não é radical nem para Pedro Ayres nem para Carlos Maria Trindade, músicos com passado musical comum anterior aos Heróis do Mar.
Os Madredeus surgiram em 1986 em Lisboa, com uma sonoridade que destoava do pop-rock de então, que procurava inspiração na tradição popular portuguesa e que deveu muito do sucesso às melodias de Pedro Ayres Magalhães e à voz de Teresa Salgueiro.
Venderam cerca de três milhões de discos em todo o mundo, por conta de registos como “Existir”, “Os dias da Madredeus”, “O espírito da paz” ou “Um amor infinito”.
Nas duas décadas de existência os Madredeus já tiveram várias vidas. Rodrigo Leão, Gabriel Gomes e Francisco Ribeiro, que estava na formação inicial, saíram nos anos 1990, tendo entrado depois Carlos Maria Trindade, José Peixoto e Fernando Júdice.
(Fonte: Agência Lusa)
Thursday, March 5, 2009
Teresa Salgueiro lança “Matriz”
O novo álbum de Teresa Salgueiro, “matriz”, com repertório de canções portuguesas de várias épocas e gêneros, a ser lançado em março de 2009.
Monday, February 16, 2009
‘Matriz’ - novo álbum de Teresa Salgueiro, nas lojas em março
Teresa Salgueiro, a ex-vocalista dos Madredeus, assinou contrato com a editora Farol – curiosamente, a mesma que edita o seu antigo grupo – e vai lançar um novo disco a solo no próximo dia 16 de Março.
Intitulado ‘Matriz’, o disco é o primeiro de originais de Teresa Salgueiro, que volta a trabalhar com o Lusitânia Ensemble – formação criada especificamente para a acompanhar –, entretanto renovado. Jorge Varrecoso Gonçalves (director musical e violino) conta agora com Pedro Jóia, na guitarra clássica, e Pedro Santos, no acordeão.
Ao longo do alinhamento do seu novo registo discográfico, Teresa Salgueiro dedica-se a fazer uma viagem pela música, língua e cultura portuguesa desde o século XII até à actualidade, recuperando música antiga, popular e tradicional de todo o País.
O disco contém ainda um ‘subcapítulo’ dedicado exclusivamente ao fado e, ainda, à música portuguesa contemporânea, recriando as composições de autores como Carlos Paredes, Fernando Lopes Graça e Fausto.
‘Matriz’ sucede a ‘La Serena’, gravado em 2007 com o Lusitânia Ensemble, então com outra formação; ‘Você e Eu’ (2006), trabalho no qual a cantora interpreta temas da música popular brasileira e bossa nova; e ‘Obrigado’ (2005), uma colectânea que reúne colaborações várias de Teresa Salgueiro com outros músicos.
A apresentação de ‘Matriz’ está agendada para o dia 13 de Março – apenas três dias antes de ser colocado à venda – no Centro Olga Cadaval, em Sintra.
Teresa Salgueiro nasceu há 40 anos em Lisboa e tinha apenas 17 quando foi seleccionada para ser a voz dos Madredeus, que abandonou em 2007. Tem uma filha de dez anos.
Luís Figueiredo Silva, para o Correio da Manhã
15 de fevereiro de 2009.
Wednesday, November 5, 2008
Madredeus de volta aos palcos
A notícia é da agência LUSA:
04-11-2008
Lisboa, 04 Nov (Lusa) - Os Madredeus actuam quinta-feira no Teatro Ibérico para apresentar o álbum “Metafonia”, vinte anos depois de terem escolhido aquela sala lisboeta para dar início ao projecto.
O grupo de Pedro Ayres Magalhães, agora denominado Madredeus & Banda Cósmica, actuará no Teatro Ibérico de quinta-feira a sábado e entre os dias 13 a 15 deste mês, pela primeira vez sem Teresa Salgueiro, que abandonou o grupo em 2007, e com duas novas vozes femininas, as cantoras Mariana Abrunheiro e Rita Damásio.
Neste regresso à casa onde fizeram os primeiros ensaios e gravaram o álbum “Os dias da Madredeus”, em 1986, os Madredeus dão a conhecer também uma formação com um leque alargado de instrumentos, que amplificam e encorporam mais a sonoridade do grupo.
“Metafonia”, o nono álbum mais vendido na última semana em Portugal, é um duplo disco com 19 temas, entre inéditos e canções do repertório mais antigo dos Madredeus.
Da formação anterior do grupo mantêm-se o guitarrista Pedro Ayres Magalhães, o mentor e compositor principal, e o teclista Carlos Maria Trindade.
A eles juntam-se Jorge Varrecoso (violino), Ana Isabel Dias (harpa), Ruca Rebordão e Babi Bergamini (percussão e bateria), Sérgio Zurawski (guitarra eléctrica) e Gustavo Roriz (baixo).
Em entrevista à agência Lusa, Pedro Ayres Magalhães disse que os Madredeus de 2008 são “uma aventura maior” e que continuam a ser “muito fora do ‘mainstream’ e daquilo que são os hábitos das grandes massas”.
“O projecto é à mesma relacionado com a cultura portuguesa e com a sua propaganda. As influências que tínhamos e cultivávamos da música africana e brasileira fazemo-las agora de facto, com instrumentos que nos permitem dar essa inspiração de forma mais clara. Continuamos a cantar em português. Continuamos a ser um grupo que grava ao vivo”, Pedro Ayres Magalhães.
Os Madredeus & Banda Cósmica renascem cerca de um ano depois da saída da vocalista Teresa Salgueiro, do baixista Fernando Júdice e do guitarrista José Peixoto.
Os Madredeus surgiram em 1986 em Lisboa, com uma sonoridade que destoava do pop-rock de então, que procurava inspiração na tradição popular portuguesa e que deveu muito do sucesso às melodias de Pedro Ayres Magalhães e à voz de Teresa Salgueiro.
Venderam cerca de três milhões de discos em todo o mundo, por conta de registos como “Existir”, “Os dias da Madredeus”, “O espírito da paz” ou “Um amor infinito”.
Nas duas décadas de existência os Madredeus já tiveram várias vidas. Rodrigo Leão, Gabriel Gomes e Francisco Ribeiro, que estava na formação inicial, saíram nos anos 1990, tendo entrado depois Carlos Maria Trindade, José Peixoto e Fernando Júdice.
SS.
Lusa/fim
Música: Madredeus ao vivo, quinta-feira, pela primeira vez sem Teresa Salgueiro
Sunday, October 19, 2008
Entrevista de Pedro Ayres Magalhães sobre METAFONIA
Pedro Ayres Magalhães concedeu uma longa entrevista à rádio Antena 1 sobre “Metafonia” e a nova fase dos Madredeus:
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?prog=2667
Madredeus Reloaded

A saída de Teresa Salgueiro, Fernando Júdice e José Peixoto, anunciada ao final de 2007 - coincidentemente o ano em que se comemoravam vinte anos de carreira do grupo - parecia para muitos o sinal de que o Madredeus encerrava ali sua jornada como a banda musical portuguesa de maior sucesso de todos os tempos. A maioria dos fãs desconfiava ser impossível substituir uma voz emblemática como a de Teresa Salgueiro, que viera a público com o início do grupo e que marcara a identidade musical dos Madredeus por todos esses anos. A perda de músicos igualmente célebres como Peixoto e Júdice também parecia uma ruptura difícil de rearranjar. E tudo isso parecia não ter saída - mas havia o Pedro.
Pedro Ayres Magalhães, mentor e um dos fundadores do Madredeus, é um dos mais importantes nomes da música portuguesa contemporânea. Suas experiências musicais vão além do Madredeus - ele já era um pioneiro em outros projetos, desde a introdução da alma punk no rock português nos anos 1980 até a criação de uma das mais emblemáticas bandas de rock daquela década, os Herói do Mar. Portanto, poucas surpresas causa aos que conhecem sua trajetória ao se olhar para o novo álbum e espetáculo que o Madredeus lança a partir do dia 20 de outubro. “Metafonia” traz uma nova formação que soma aos Madredeus - agora reduzido a Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade - sonoridades ainda estranhas à trajetória do grupo. Reunindo percussão, guitarras elétricas, arpa e duas novas vozes femininas à alma do projeto Madredeus, Pedro e Carlos Maria anunciam uma refundação do grupo.
A idéia de refundação do Madredeus é reforçada pelo próprio espetáculo de lançamento, agendado para o dia 06 de novembro no emblemático Teatro Ibérico, em Lisboa - para os que não conhecem a fundo a história do Madredeus, foi lá que o grupo, lá no distante 1987, ensaiou e apresentou pela primeira vez o repertório do álbum “Os Dias da Madredeus”, estréia fonográfica do Madredeus.
Resta aos fãs esperar e ouvir, sem preconceitos, o novo Madredeus que nos apresenta agora o genial Pedro Ayres Magalhães.
Assistam ao clipe de “ECLIPSE”, nova canção dos Madredeus, neste link:
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/426899
Wednesday, September 17, 2008
Madredeus regressam sem Teresa Salgueiro
Os Madredeus regressam este ano com um novo álbum de originais. Segundo a agência Lusa, Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade dão por terminada a pausa sabática iniciada com a saída da intérprete Teresa Salgueiro e tencionam apresentar o projecto reformulado com três vozes femininas e percussão durante os próximos meses. O novo trabalho virá suceder a Faluas do Tejo , último registo com Teresa Salgueiro a bordo, editado em 2005. A vocalista anunciou ter deixado os Madredeus em Novembro do ano passado para se dedicar a projectos pessoais. Na altura, o mentor Pedro Ayres Magalhães informou também que José Peixoto e Fernando Júdice tinham decidido abandonar o grupo em Julho. Durante este ano, revelou a Lusa, o fundador e o teclista Carlos Maria Trindade terão escrito em conjunto os temas do álbum de regresso.
Fonte: BLITZ - MFR (11.09.08)
Wednesday, September 10, 2008
NOVO Madredeus: três vozes e percussão!
Lisboa, 09 Set (Lusa) - O regresso dos Madredeus, com três vozes e percussão (…) marca nos próximos meses a edição discográfica em Portugal.
Nos Madredeus permanecem apenas Pedro Ayres Magalhães, o autor da maioria dos temas do grupo, e o teclista Carlos Maria Trindade, que estiveram ao longo do último ano a trabalhar em novos temas para o projecto. (…)”
